ROLLING STONE: RESENHA DE COMEDOWN MACHINE (3 DE 5 ESTRELAS)

Março 17, 2013 8:45 pm Publicado por

A resenha mais pessimista de Comedown Machine tinha que vir de algum lugar e enfim veio da Rolling Stone. Sinceramente, achamos que o jornalista estava com pressa para fazer outra coisa porque é uma resenha bem preguiçosa e metida a engraçada, diferentemente da resenha da Time Out Chicago (que traduzimos aqui), mas estamos sendo democráticos e demos espaço à voz de Rob Shieffield e traduzimos a sua opinião sobre o quinto disco.

RS_COMEDOWN

Passo oitentista de The Strokes: difícil de explicar

Reis do Lower East Side tentam novos truques com sintetizadores, mas não conseguem recapturar glórias passadas

por Rob Sheffield

Não é muito evidente a razão porque os Strokes fazem algums, não é? Eles não parecem aproveitar muito isso, e não têm tido ideias musicais inovadoras que exigem ser liberadas. Ainda assim, os discos não são inúteis – longe disso. Comedown Machine é basicamente uma viagem solo para o vocalista Julian Casablancas, mostrando ainda como ele respeita a New Wave dos anos 80. Por que Comedown Machine é um disco oficial dos Strokes ao invés de outro disco solo de Julian Casablancas? Apenas um Stroke poderia te dizer.

O synthpop dos anos 80 é sempre a área desse cara, levando em consideração que suas composições tendem a se unir à melodia e soam desajeitadas com a batida. Ele começa forte em “Tap Out”, um tributo a DeBarge com um solo de guitarra cafona tirada diretamente de “Running With the Night” de Lionel Richie. “One Way Trigger” copia A-ha incompetentemente, e “80’s Comedown Machine” tem como objetivo o lado mais suave de Howard Jones. “Welcome to Japan” é meramente o mais óbvio dos vários momentos devidos de Duran Duran. (Uma ótima pergunta também: “Que tipo de babaca dirige um Lótus?”) Mas baladas como “Chances” provam que ele ainda não pode cantar falsetes. E apenas para relembrar vocês de suas pretensões, ele termina com uma dolorosa paródia de Tom Waits, embora Waits faria uma tatuagem de One Direction antes de recorrer a um título de música como “Call It Fate, Call It Karma”.

Tradução: Equipe TSBR

Tag: , ,

Categorizados em: , ,

Este artigo foi escrito porTata

5 Comentários

  • Welington says:

    Esse jornalista provavelmente foi pago pelo Mr. Catra pra escrever isso.

  • Sérgio says:

    Achei algumas músicas, pelos segundos disponilizados, um pouco estranhas, mas, enfim, são trechos e é a primeira audição. Mas como é? “for this guy”… ah, sim, o Casablancas, que compôs algumas das melhores músicas de todos os tempos, independente de o resenhista gostar ou não dele ou da banda. Mais humildade na hora de escrever uma resenha seria bacana.

  • Marisa says:

    Gente que homi é esse?! Escroto heim?! Não precisava humilhar os meninos e as músicas desse jeito pejorativo não gente! Todo Jornalista por mais que não goste das bandas ou Cantores tem que ter ética profissional, educação e respeito pra escrever uma resenha! Mas eu acho que esse sem educação-arrogante não sabe o que é isso! Só de ouvir 30 segundos de cada música deu pra mim saber quais são legais e quais não são. Onde já se viu o cara falar mal de Welcome to Japan, a melhor do disco! De Tap Out, com solo de guitarra cafona, sendo que o Nick e Albert são ótimos guitarristas gente! Fora 80´Comedown Machine, entre outras que ele lascou pau! Tudo bem que esse disco tem um pouco de Strokes e um pouco de Julian Casablancas em carreira solo, tá bem anos 80 com Rock, dance-eletrônico do jeito que eu gosto! Tá um Strokes diferente de tudo que eles já fizeram e é sempre bom renovar né gente?! Taí gostei do novo disco!

  • Arthur says:

    “Reis do Lower East Side tentam novos truques com sintetizadores, mas não conseguem recapturar glórias passadas”

    Como é que é?! Não conseguem recapturar glórias passadas? Hahaha. Mas quem é que tava tentando recapturar alguma glória passada? Pelo que eu vejo, os Strokes (diferente dos críticos) deixam o passado no passado e seguem em frente, tentando criar GLÓRIAS FUTURAS.

    Antes de escrever uma crítica, esse cara deveria muito bem pensar qual é o objetivo do álbum, e não deduzir (incorretamente) como ele faz.

  • Muito ruim essa crítica. Pra ele, todas as referências musicais dos caras são cópias. Está aí um crítico musical que não entende de música. E ainda zoar título de canção, que coisa besta.

    O pior foi colocar duas das piores (menos melhores) canções como “key tracks”.