Setembro com The Strokes: o que eles estão fazendo?

Enquanto não temos notícias sobre o próximo disco dos Strokes ou os trabalhos da banda, vamos ver o que eles tem feito.

Nikolai Fraiture
Nikolai Fraiture e sua banda Summer Moon usaram um vídeo divertido para anunciar sua turnê com os músicos Dhani Harrison e Mereki. Serão 7 shows em novembro.

Nick Valensi
A banda CRX, de Nick Valensi, também com a agenda cheia o final do ano, lançou clipe da música On edge em 20 de setembro.

Julian Casablancas
Em 22 de setembro teve show secreto e música nova da banda Julian Casablancas + The Voidz, como falamos aqui.
Estamos aguardando ansiosos pelos shows da banda pela América do Sul.

Albert Hammond Jr
Albert visitou a fábrica da Fender. Será que vai ter guitarra personalizada?

Ele também participou de algumas corridas de moto do circuito Misano

Fabrizio Moretti
Fab está acompanhando os amigos da banda Nation of language em sua turnê pelos EUA. Sua participação nos shows é como baixista (!) e ainda podemos esperar mais novidades, pois ele e  Ian Devaney (vocalista e compositor de Nation of language) estão trabalhando em outro projeto. Saberemos mais em breve.

Nos intervalos, ele continua desenhando:

Fabrizio Moretti Ian at the Cracker Barrel, 2017 Pen on paper Fonte: youngneilyoung (instagram)

Ainda sobre Fabrizio, nosso baterista favorito está  na ficha técnica do disco Galega Hits, álbum de estreia de Karine Carvalho, disponível em plataformas digitais de streaming desde 8 de setembro. Ele toca bateria e guitarra em duas das faixas do disco, incluindo a música “Tanto faz”, primeiro vídeo que a atriz e cantora brasileira lançou. Nesta colaboração, Fab também trabalhou com o irmão, Leonardo Moretti (Kid le chat), que assina outras faixas do álbum.

Assista: Julian Casablancas faz show secreto com The Voidz em Los Angeles

A fase 2 do projeto de Julian Casablancas com os Voidz ainda não começou oficialmente, mas depois de confirmar as primeiras datas da turnê Hollywood Bolivar na América do Sul – que vai passar pela Colômbia, pelo Chile, pelo Brasil, pela Argentina e pelo Uruguai em outubro -, o vocalista dos Strokes fez ontem um show secreto com seus companheiros em Los Angeles, sob o nome “YouTube Comments”.

Foto: Raymond Lew – https://instagram.com/rayyleww

O anúncio veio ontem através de um tweet um tanto quanto suspeito da Cult Records, dizendo que o show se tratava da primeira apresentação da banda, que era um tributo aos Voidz. Porém, quem vem acompanhando o projeto paralelo desde o comecinho, se lembrou imediatamente que “YouTube Comments” era um dos nomes das faixas falsas do anúncio de Tyranny feito em 2014.

Mesmo sem previsão de quando teremos versões de estúdio das novas músicas dos caras, um público restrito ouviu ontem pela primeira vez algumas das novidades da banda, no Moroccan Lounge.

Para sentir um gostinho de como são os próximos lançamentos de Julian com os Voidz, assista ao livestream que o usuário @diegodlv fez no Instagram das primeiras músicas do show:

SETLIST – Julian Casablancas And The Voidz @ Moroccan Lounge, LA, 22/09:

Wink
We’re Where We Were
Father Electricity
M.A.D.
Alienation
Nintendo Blood
My Friend The Walls
Coul As A Ghoul
Instant Crush
Where No Eagles Fly
Lazy Boy
Business Dog
Human Sadness

Tradução: Entrevista com Cody Smyth

Cody Smyth, fotógrafo e amigo de longa data dos Strokes, está prestes a lançar o livro que documenta uma década da história da banda. Com data de lançamento prevista para 10 de outubro, o livro – que promete ser incrível – está em pré-venda na Amazon. Abaixo, a tradução de uma entrevista que o fotógrafo concedeu a Alejandra Ramirez em 10 de maio de 2016, em que ele conta de sua amizade com a banda e de como foi estar lá acompanhando o começo da carreira. Confiram!

 

 

The Strokes, Nova Iorque, e o fotógrafo que estava lá

Cody Smyth assistiu à transição de frequentadores de bares para uma das maiores bandas de rock do mundo

Como The Strokes chegou tão longe? Pense em 2001, quando os roqueiros de Nova Iorque lançaram seu álbum de estreia, Is This It. Aquele título, modesto e autocrítico, não combinava exatamente com o perfil de uma banda marcada para a onipresença e longevidade. Um sinal ainda maior da iminente morte da banda era o fato de críticos terem atribuído a eles expectativas messiânicas, saudando-os como a segunda vinda de The Velvet Underground (as raízes post-punk e produção sem frescura de Is This It também tornaram inescapáveis as comparações a Television ou Stooges).

Mas os verdadeiros Strokes eram algo mais simples que tudo isso: uma grande banda de rock. No início dos anos 2000 eles ajudaram Nova Iorque a ser excitante de novo e todos esqueceram o adágio solene “o rock está morto”, mesmo que por um momento. 15 anos e 4 discos depois, a influência da banda é clara, facilmente reconhecível nas marcas deixadas pelas execuções de Julian Casablancas ou pelas distorções irregulares da guitarra de Albert Hammond Jr.

Parece que Strokes dispararam para o estrelato em questão de segundos, mas sua fama não veio da noite para o dia. Pergunte ao velho amigo e fotógrafo da banda, Cody Smyth, que começou a reunir a história deles no final dos anos 1990. Smyth ficou com o grupo enquanto eles transitaram de regulares frequentadores de bar em jaquetas de couro para atração principal de festivais, tirando quantas fotos podia pelo caminho. No ano que vem, ele vai lançar um livro de fotografias talvez intitulado The Strokes 1996-2016, que ele descreve como “um registro de 20 anos de amigos próximos que se tornaram uma das maiores bandas de rock do mundo”.

Consequence of Sound falou recentemente com Smyth sobre seus planos para o livro, suas lembranças com a banda, e o que ele vê para o futuro dos Strokes. Com música nova a caminho e confirmados para o Governors Ball Music Festival neste verão, esse futuro pode ser tão fotogênico quanto o passado.

Então, qual a história por trás do livro que você vai lançar?

Eu conheci Nick, Julian, Fab e Nikolai em 1995, na escola. Nos tornamos amigos instantaneamente. Então começou lá atrás comigo fotografando amigos porque meus pais cresceram nessa indústria. Começou lá e cresceu para um documento inteiro.

Um amigo próximo da família que é editor da Lesser Gods sabia que eu os tinha fotografado. Ele trabalhou para a MTV Books, e eu acho que ele sabia que eu tinha esse registro que não foi visto… que eu tinha mais ou menos mantido para mim por quase 20 anos. Então eu o encontrei, e ele olhou algumas das fotos e pensou que era definitivamente suficiente para contar uma história de dentro – não só pra lucrar com ela. É tipo um registro íntimo de 20 anos viajando com eles, mas o livro surgiu porque ele se interessou e viu outras fotos além das que estão em meu site.

Desde então, eu procurei os caras, e eles sabem sobre meu trabalho e sempre apoiaram. Eles foram super legais a respeito e realmente estão animados e felizes com isso. (mais…)

Tradução: Julian entrevista Rey Pila, Rey Pila entrevista Julian

Foto por Napoleon Habeica

Rey Pila é uma das bandas que assinaram contrato com a Cult Records, selo indie de Julian Casablancas. Dia 01 de junho, foi publicada a matéria de Rhian Daly no site da NME, resultado de uma entrevista em que Julian responde a perguntas feitas pela banda Rey Pila e a banda responde a perguntas de Julian. Confiram a tradução a seguir.

Conheça a nova banda favorita de Julian Casablancas, Rey Pila – entrevistada por ele mesmo

Quem venceria um mata-mata entre Madonna e Lady Gaga? Todas as perguntas importantes respondidas!

Quando Julian Casablancas não está ocupado sendo parte de uma das mais icônicas bandas do mundo ou fazendo um tipo de loucura sônica inovadora que vai fundir completamente seu cérebro com The Voidz, ele administra seu próprio selo indie. A lista eclética e distinta da Cult Records inclui todos desde heróis reconhecidos como Karen O a novas e excitantes descobertas.

Um exemplo das últimas é Rey Pila, um quarteto synth-pop1 que soa como se tivessem se alimentado de uma dieta de The Cars, David Bowie e Kraftwerk. A banda lançou seu EP ‘Wall of Goth’ pela Cult no último mês, que traz quatro músicas de sintetizadores difusos, melodias pop polidas e despretensiosas. Julian também assumiu tarefas de produção do disco. Juntamos as duas partes e pedimos que descobrissem mais uma sobre a outra. Eles nos deixaram orgulhosos – leia e saiba por de qual improvável grupo europeu Julian é um grande fã, quem ganharia um jogo de futebol e descubra alguns músicos mexicanos para conferir.

Julian também nos deu uma pequena atualização sobre o que está trabalhando. Nada sobre The Strokes, mas você pode ficar animado para um novo disco de The Voidz. “Soa mais elegante e polido, mas ainda é como jazz de prisão futurístico”, ele disse, prometendo que será lançado no “começo de 2018”.

Rey Pila: Como exatamente você se deparou com nossa música pela primeira vez?

(mais…)

Happy Birthday, Fabrizio

 

Hoje, Fabrizio Moretti faz aniversário. A Equipe TSBR, em nome de todos (as) os (as) fãs brasileiros (as) deseja que ele tenha muitos e muitos anos de vida e felicidade! Happy birthday, Fab!

Lollapalooza Chile

No Lollapalooza Chile, última parte da turnê sul-americana, o show aconteceu no dia 02 de abril.  A banda precisou lidar com alguns problemas técnicos no início da apresentação, e por isso tocou duas vezes The modern age.

O setlist foi quase o mesmo do show em Buenos Aires (à exceção de 80’s Comedown Machine) com dois encore.

 

Chile:
El Comercio

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