Tradução: Entrevista com Cody Smyth

Cody Smyth, fotógrafo e amigo de longa data dos Strokes, está prestes a lançar o livro que documenta uma década da história da banda. Com data de lançamento prevista para 10 de outubro, o livro – que promete ser incrível – está em pré-venda na Amazon. Abaixo, a tradução de uma entrevista que o fotógrafo concedeu a Alejandra Ramirez em 10 de maio de 2016, em que ele conta de sua amizade com a banda e de como foi estar lá acompanhando o começo da carreira. Confiram!

 

 

The Strokes, Nova Iorque, e o fotógrafo que estava lá

Cody Smyth assistiu à transição de frequentadores de bares para uma das maiores bandas de rock do mundo

Como The Strokes chegou tão longe? Pense em 2001, quando os roqueiros de Nova Iorque lançaram seu álbum de estreia, Is This It. Aquele título, modesto e autocrítico, não combinava exatamente com o perfil de uma banda marcada para a onipresença e longevidade. Um sinal ainda maior da iminente morte da banda era o fato de críticos terem atribuído a eles expectativas messiânicas, saudando-os como a segunda vinda de The Velvet Underground (as raízes post-punk e produção sem frescura de Is This It também tornaram inescapáveis as comparações a Television ou Stooges).

Mas os verdadeiros Strokes eram algo mais simples que tudo isso: uma grande banda de rock. No início dos anos 2000 eles ajudaram Nova Iorque a ser excitante de novo e todos esqueceram o adágio solene “o rock está morto”, mesmo que por um momento. 15 anos e 4 discos depois, a influência da banda é clara, facilmente reconhecível nas marcas deixadas pelas execuções de Julian Casablancas ou pelas distorções irregulares da guitarra de Albert Hammond Jr.

Parece que Strokes dispararam para o estrelato em questão de segundos, mas sua fama não veio da noite para o dia. Pergunte ao velho amigo e fotógrafo da banda, Cody Smyth, que começou a reunir a história deles no final dos anos 1990. Smyth ficou com o grupo enquanto eles transitaram de regulares frequentadores de bar em jaquetas de couro para atração principal de festivais, tirando quantas fotos podia pelo caminho. No ano que vem, ele vai lançar um livro de fotografias talvez intitulado The Strokes 1996-2016, que ele descreve como “um registro de 20 anos de amigos próximos que se tornaram uma das maiores bandas de rock do mundo”.

Consequence of Sound falou recentemente com Smyth sobre seus planos para o livro, suas lembranças com a banda, e o que ele vê para o futuro dos Strokes. Com música nova a caminho e confirmados para o Governors Ball Music Festival neste verão, esse futuro pode ser tão fotogênico quanto o passado.

Então, qual a história por trás do livro que você vai lançar?

Eu conheci Nick, Julian, Fab e Nikolai em 1995, na escola. Nos tornamos amigos instantaneamente. Então começou lá atrás comigo fotografando amigos porque meus pais cresceram nessa indústria. Começou lá e cresceu para um documento inteiro.

Um amigo próximo da família que é editor da Lesser Gods sabia que eu os tinha fotografado. Ele trabalhou para a MTV Books, e eu acho que ele sabia que eu tinha esse registro que não foi visto… que eu tinha mais ou menos mantido para mim por quase 20 anos. Então eu o encontrei, e ele olhou algumas das fotos e pensou que era definitivamente suficiente para contar uma história de dentro – não só pra lucrar com ela. É tipo um registro íntimo de 20 anos viajando com eles, mas o livro surgiu porque ele se interessou e viu outras fotos além das que estão em meu site.

Desde então, eu procurei os caras, e eles sabem sobre meu trabalho e sempre apoiaram. Eles foram super legais a respeito e realmente estão animados e felizes com isso. (mais…)

Tradução: Julian entrevista Rey Pila, Rey Pila entrevista Julian

Foto por Napoleon Habeica

Rey Pila é uma das bandas que assinaram contrato com a Cult Records, selo indie de Julian Casablancas. Dia 01 de junho, foi publicada a matéria de Rhian Daly no site da NME, resultado de uma entrevista em que Julian responde a perguntas feitas pela banda Rey Pila e a banda responde a perguntas de Julian. Confiram a tradução a seguir.

Conheça a nova banda favorita de Julian Casablancas, Rey Pila – entrevistada por ele mesmo

Quem venceria um mata-mata entre Madonna e Lady Gaga? Todas as perguntas importantes respondidas!

Quando Julian Casablancas não está ocupado sendo parte de uma das mais icônicas bandas do mundo ou fazendo um tipo de loucura sônica inovadora que vai fundir completamente seu cérebro com The Voidz, ele administra seu próprio selo indie. A lista eclética e distinta da Cult Records inclui todos desde heróis reconhecidos como Karen O a novas e excitantes descobertas.

Um exemplo das últimas é Rey Pila, um quarteto synth-pop1 que soa como se tivessem se alimentado de uma dieta de The Cars, David Bowie e Kraftwerk. A banda lançou seu EP ‘Wall of Goth’ pela Cult no último mês, que traz quatro músicas de sintetizadores difusos, melodias pop polidas e despretensiosas. Julian também assumiu tarefas de produção do disco. Juntamos as duas partes e pedimos que descobrissem mais uma sobre a outra. Eles nos deixaram orgulhosos – leia e saiba por de qual improvável grupo europeu Julian é um grande fã, quem ganharia um jogo de futebol e descubra alguns músicos mexicanos para conferir.

Julian também nos deu uma pequena atualização sobre o que está trabalhando. Nada sobre The Strokes, mas você pode ficar animado para um novo disco de The Voidz. “Soa mais elegante e polido, mas ainda é como jazz de prisão futurístico”, ele disse, prometendo que será lançado no “começo de 2018”.

Rey Pila: Como exatamente você se deparou com nossa música pela primeira vez?

(mais…)

Happy Birthday, Fabrizio

 

Hoje, Fabrizio Moretti faz aniversário. A Equipe TSBR, em nome de todos (as) os (as) fãs brasileiros (as) deseja que ele tenha muitos e muitos anos de vida e felicidade! Happy birthday, Fab!

Lollapalooza Chile

No Lollapalooza Chile, última parte da turnê sul-americana, o show aconteceu no dia 02 de abril.  A banda precisou lidar com alguns problemas técnicos no início da apresentação, e por isso tocou duas vezes The modern age.

O setlist foi quase o mesmo do show em Buenos Aires (à exceção de 80’s Comedown Machine) com dois encore.

 

Chile:
El Comercio

T13

Lollapalooza Argentina

De São Paulo, a próxima parada foi Buenos Aires, para o Lollapalooza Argentina. Os fãs argentinos estavam ansiosos esperando pelos integrantes da banda, desde a chegada deles ao aeroporto. Não viajaram todos juntos, mas todos foram recebidos por fãs:

Fabrizio chegando ao aeroporto em Buenos Aires. @monogomez1, Instagram

Segundo notícias posteriores, o show do dia 01 de abril o hipódromo de San Isidro teve o maior público da carreira da banda!

E as mudanças no setlist incluíram dois encore, com You only live once e Take it or leave it, a pedido do público, além das músicas do show em São Paulo.

 

Sobre o show em Buenos Aires:
Tenho mais discos que amigos
Billboard
Bandsintown

Lollapalooza Brasil

The Strokes chegaram ao Brasil na noite do dia 25 de março e foram recebidos no aeroporto de Guarulhos (São Paulo) por alguns fãs.

Foto: Raphael Castello/AgNews

No Lollapalooza Brasil, a banda encerrou o segundo dia de festival, no Palco Skol. Os fãs brasileiros que enfrentaram sol forte durante o dia, assistiram ao show que começou sob uma chuva rápida.

Foto de @victerres, Instagram

Eles praticamente repetiram o setlist da apresentação em Bogotá, com a inclusão de Last Nite. Fabrizio disse um “oi, minha gente” para o público, que acompanhou os clássicos do quinteto.

 

Matérias e opiniões sobre o show:
Reduto do Rock
Tenho mais discos que amigos
Rolling Stone
Globo
Estadão
505 Indie

 

 

 

Festival Estéreo Picnic

A passagem de Strokes pela América do Sul começou na Colômbia. A banda chegou em Bogotá dias antes da apresentação agendada para o Festival Estereo Picnic e os integrantes foram vistos pela cidade por fãs.

 

O show foi na noite do dia 24 de março, e o  setlist teve 17 músicas:

The modern age

Soma
Drag Queen
Someday
12:51
Reptilia
Is this it
Threat of joy
Automatic stop
Trying your luck
New York City cops
Electricityscape
Alone, together
80’s Comedown Machine
Heart in a cage
Hard to explain

Matérias sobre o show em Bogotá:

Caracol TV

El tiempo

Noisey