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Entrevista: Julian Casablancas para Redacted Tonight

Julian Casablancas foi entrevistado por Lee Camp para o Redacted Tonight. A conversa girou em torno da música e de política. Fizemos uma tradução da maior parte da conversa, tentando manter o ritmo da entrevista. Esperamos que gostem!

L – Tenho aqui ninguém menos que Julian Casablancas, o líder dos Strokes e de sua nova banda The Voidz. Ele tem espantado algumas pessoas recentemente com um tipo de música politicamente profunda e provocativa com The Voidz.

Então, queria falar com ele e ouvir mais sobre o impacto da música em nossa cultura e o que ele sente que precisa mudar. Além disso, eu vou abrir pra The Voidz sexta-feira e sábado… então, sem mais, aqui minha conversa com Julian Casablancas. Obrigado por se juntar a mim, estou honrado em tê-lo aqui, irmão, é um prazer.

J- Obrigado pelo convite pro seu programa ou internet ou onde quer que estejamos.

L – Um pouco de cada. Um pouco na TV e um pouco na internet. Então, para as duas pessoas por aí que não sabem que você tem uma banda de sucesso, The Strokes, vocês ainda saem em turnê juntos, e que agora você tem outra banda, The Voidz, que tem um monte de ideias políticas nas músicas e letras, o que é em parte a razão pra eu querer conversar com você… Por que você criou The Voidz?

J – Pra mim, é uma evolução de uma mesma missão, acho. Talvez dois lados da mesma moeda. Não sei como eu diria. The Voidz tem sido meu foco principal recentemente e é talvez um pouco mais sombrio ou underground ou de vanguarda, não sei como descrever. Pra mim, The Strokes está sempre lá, é família, eles serão sempre irmãos… não sei, como percebo, é como se fosse um filme. Você faz filmes diferentes e não significa que só vai trabalhar com um grupo de pessoas ou nunca mais vai trabalhar com aquelas pessoas de novo.

L – Ambas são excelentes. Ouvi o último álbum, eu adoro, claro, há uma música que me pegou, Pyramid of bones, a última do disco. Como você disse, é bastante sombrio e cobre vários tópicos que acho que acho que algumas pessoas não falam, vários artistas se esquivam, pessoas em geral se esquivam de falar de certos tópicos. O que aquela música significa pra você, o que te levou a fazer aquela música?

J – Começou meio como uma piada. Jake, da banda, tem uma voz em barítono, baixa e está sempre fazendo vozes e tem algo que ele faz, é como um espírito de um velho escravo, algo assim… não ouça a banda ‘branca’ (risos). Era uma piada e estávamos trabalhando num tipo de riff como Black Sabbath e as coisas se encaixaram. É  meio sarcástico e … lembro de ler recentemente uma citação de James Baldwin e ele fala sobre o poder ‘branco’, não de pessoas brancas, é mais como falar do poder como o do Chase Manhattan Bank ou algo do tipo.

– James Baldwin, ele foi um autor e orador brilhante. Quando eu estava falando com você antes, você chamou Martin Luther King de, não sei, se era como um líder espiritual ou algo assim. O que ele significa pra você?

J – Sabe, depois de Bush, da segunda vez que ele ganhou, foi meio que um choque pra mim e um tipo de despertar e comecei a ler muito. De tudo que eu li, acho que sim, a autobiografia de Martin Luther King, os discursos, obviamente, pra mim ele é tipo, ele é imagem de “dê uma chance à paz”. Pra mim ele está em outro nível em seu intelecto filosófico e sua mente genialmente estratégica. Pra mim, mostra como se você soubesse como ganhar. Não é só sobre estar certo, é sobre ser esperto, ser mais esperto que o oponente… obviamente você precisa disso. Pra fazer o que é certo e o que acredita ser o certo, você precisa disso se quer ajudar as pessoas, mas acho que ele o que ele mostrou é, acho que é, como conseguir…

P – Sabe, acho que em qualquer momento histórico há muito que você, sabe, simplificar ou reduzir ou resumir a algo menor para comprimir a verdade, mas precisou um bocado de estratégia para vencer a luta dos direitos civis e havia um grande debate sobre como conseguir isso. Então não era um caminho direto.

J – Ele nunca disse nada que não fosse verdade, ele manteve a verdade num nível muito alto como um valor muito importante e se você olhar aquele período, havia um grande movimento com muita gente e muita energia trabalhando pra isso, mas você não pode negar que sua abordagem era sobre seguir os passos necessários para realmente conseguir alguma vitória e fazer progresso.

– Quero te perguntar outra coisa. Você esteve no James Corden recentemente e ele estava fazendo piadas sobre os bolsos do seu colete e você respondeu sobre uma guerra invisível, temos que estar preparados… há uma especulação sobre o que você estava falando.

J – Eu amo James Corden, e é um show de comédia que passa à noite… eu tenho recebido muito essa pergunta. Mais como uma piada. “Invisible war”, [risos].

Acho que é mais, acho que é uma batalha entre os que entendem que não temos mais uma democracia e entre os que tentam manter as coisas assim. E você sabe, muitas pessoas não estão cientes disso, mas no fundo, é o que está acontecendo.

P – É, muita gente não está ciente. Temos estudos extensos que encontraram que estamos numa oligarquia e que se os americanos querem algo que não se alinha com os interesses corporativos então não vão conseguir e as pequenas vitórias que as pessoas podem ter e dizer ‘conseguimos’, de alguma forma se alinham aos interesses corporativos. Queria te perguntar, você obviamente sabe que estamos falando de política, queria perguntar se você, quando você acordou, porque eu não era ativista ou político na faculdade, então depois comecei a ler Howard Zinn, John Perkins, Chris Hedges e todos os outros… você sempre foi político ou houve um momento… você disse mais cedo que talvez a segunda vitória de Bush teve impacto em você.

J – É, foi mais a segunda vitória de Bush, acho que o momento que trouxe certa urgência. Mas não, eu acho que sempre fui meio político, talvez não político, mas obcecado com, não sei o que você chamaria, realidade ou verdade ou …mesmo quando comecei a tocar música, acho que a música pra mim sempre foi um meio para um fim. Talvez soe brega, mas tentar fazer do mundo um lugar melhor. Então, acho que as pessoas que você mencionou, “Confissões de um assassino econômico”, é um livro fascinante, sabe, obviamente Howard Zinn e também Oliver Stone, meio que uma história mais recente, acho que é incrível “A história não contada dos EUA”. Mas como disse, Martin Luther King é provavelmente o que me atingiu mais, sabe, com soluções orientadas…

P – Considerando como as coisas estão terríveis agora no país e no mundo e o meio ambiente, tecnologia e vigilância, você poderia pensar que agora seria a era de ouro para música política, mas … eu não estou muito nisso como você, mas não parece como se houvesse muito, sabe. Então eu meio que queria colocar você nisso, porque não estamos ouvindo mais? E numa pergunta separada mas relacionada, você acha que a cultura ajuda a música ou a música define a cultura?

J – Acho que o entendo o que você quer dizer. Acho que a arte é e sempre foi um reflexo da vida da sociedade e eu acho que o reflexo que você fala é basicamente que mais pessoas não entendem claramente o que está acontecendo de maneira simples. Entendem coisas diferentes que eles vêem que está errado, mas não há esse simplicidade de fundo, como nos anos 60, por exemplo, com a guerra do Vietnã, uma guerra de conquista. Eles falam sobre comunismo, mas estavam tentando… Estavam tentando emular a América do começo. Acho que você vê o Vietnã, não é só o Vietnã, mas também há um projeto mandatório…sabe, há uma segregação, pessoas negras que não poderiam votar, esse tipo de questão clara e pelo que entendo, a educação era mais forte e as pessoas estavam mais informadas em certo sentido. Você não poderia ignorar o que estava acontecendo nos anos 60 e é diferente agora. Historicamente, acho que no final dos anos 80, a música de protesto que evoluiu eu diria que é mais o rap, que pegou o manto e acho que mesmo agora, pessoas como Tupac, claro, mas também um tipo de movimento punk. Se você quer que seja o próximo nível, nível Noam Chomsky, é mais o punk hardcore. Acho que esse tipo de música está mais sabe, bem informado, de tudo e não é mainstream.

P – Não é mainstream, é a música mais marginalizada. Existe, mas não está geralmente no rádio ou não chega ao mainstream. Você acha que é porque a maioria das emissoras são corporações agora?

J – Não acho que está conectado dessa forma. Acho que você não vê porque, é como eu disse, reflete a sociedade, as pessoas que estão informadas são um percentual pequeno. É como, arte é como um lugar onde você pode saber a verdade sem filtro, acho que mesmo pessoas como Bill Maher e John Oliver de quem eu sou fã, acho que no fim são comediantes de outro nível e sabe, realmente engraçados e incríveis em seus shows e entendo que eles estejam se preparando para ter mais acessos, mas muito disso sob o prisma da mídia corporativa. Sabe, pra mim, você já começa o argumento em um lugar que não é real e acho que, então as corporações não precisam barrar as músicas políticas, elas não existem realmente. Eles já fizeram o trabalho escondendo as lutas reais então, sim, a arte não está, já está tão do lado de fora que não precisam fazer nada específico pra isso.

P – Estamos ficando sem tempo. O que você sente que é o principal problema nos encarando agora?

J – Você pode dizer e, primeiro de tudo, quero dizer que sou pro companhias, pro capitalismo. Pra mim não é que o setor privado esteja louco, se você vive numa democracia então as pessoas, suas vozes deveriam ser mais fortes que a voz das companhias. Acho que elas se tornaram mais claramente poderosas que os governos democráticos e de certa forma sempre tivemos isso na história humana, então… o que é um pouco frustrante nessa época e acho que a mídia corporativa tem uma parte grande nessa operação. Sabe, eles conectam todas as pessoas doando pra campanhas e é tudo,você sabe, tudo investido de interesses financeiros e acho que assumir que não vai afetar a agenda das pessoas… é a razão da Redacted Tonight você sabe, operar quase como um tipo de, o maior tipo de mídia independente de notícias que você pode ter fora da TV ainda que obviamente, a agenda russa ainda … Você ainda tem que olhar… do ponto de vista do inimigo do seu inimigo é seu aliado e acho que você sabe se o inimigo é uma corporação predatória o que quer que queira chamar, eu honestamente acho que… você sabe direita, esquerda, eu respeito pontos de vista conservadores e obviamente…

P – Eu ouço o que você está dizendo e eu tenho minha própria agenda, então eu não estou seguindo a agenda de ninguém, mas entendo o seu ponto, isso é um dos únicos lugares em que não estou como você disse, ligado a uma corporação e não falo sobre Wall Street ou sobre guerras ou isso…

J – Sim, quero dizer, você sabe que entendemos as agendas, mas o que acho que o futuro das notícias poderia ser, você seguindo sua agenda e então você pode dizer suas coisas e a mídia colocar um rótulo ou algo nisso, mas pra mim o único lugar na América onde intelectuais que eu respeito podem falar e não serem  colocados numa lista negra é Redacted Tonight, quer dizer, se você acha que pessoas como Bernie ou, mais cedo falamos sobre eles no Redacted Tonight e você pode argumentar que é porque estão tentando bagunçar a América. Eles estão dizendo coisas que são verdade e as pessoas acreditam e ninguém quer ouvir alguém como Jesse Ventura que eu amo sabe, Chris Hedges ou Chomsky não serão entrevistados em nenhum outro canal, então…

P – Falamos de muitos problemas acontecendo no mundo. O que te dá esperança, sabe, é uma pergunta fácil, o que te dá esperança?

J – Acho que honestamente, estive pensando recentemente e, sabe, a forma que o capitalismo evoluiu pra essa super besta e acho que seria sombrio e sem esperança sem a internet. Mas temos internet e ainda tenho fé, sabe, de que as ideias e a informação são transmitidas depressa e acho que me dá muita esperança que as ideias certas circulem eventualmente. Se vai ser rápido num dia ou se precisa do tipo energia jovem entre as gerações pra sabe ganhar o mundo…

P – Temos que manter o campo, manter a revolução da informação em curso. Bem, vejo você em uma semana em Houston, estarei abrindo pra vocês estou ansioso. Obrigado de novo Julian.

J – Obrigado, muito obrigado.

Albert Hammond Jr e um show em vinil

Albert e sua banda fizeram uma viagem rápida a Viena para participar de um projeto super especial. A gravadora Awolnation organiza apresentações de artistas em shows para um público pequeno e as músicas tocadas são gravadas diretamente em vinil, sem ensaio ou edição. O resultado é registrado em um número limitado de cópias.

O show de Albert foi no Supersense, uma mistura de café-estúdio-casa de shows em Viena e as cópias estão à venda neste link.

A Tracklist da edição exclusiva:
A Side
Strangers
Set To Attack
B Side
Far Away Truths
DvsL
Rocky’s Late Night

O video está disponível no site da Red Bull Records:

Março de 2018: o que teve?

Foi um mês intenso de divulgação dos novos discos de The Voidz e Albert Hammond Jr.

The Voidz

Dia 28 de março, The Voidz esteve no programa The Late show with James Corden. Em resposta aos comentários de James sobre seu colete, Julian disse que “estamos em uma guerra invisível, temos que estar preparados”. Ainda, James comentou sobre o filho mais novo de Julian – Zephyr – que estaria de aniversário no dia seguinte. Acho que foi a primeira vez que o vimos falar dos filhos assim, não foi? Depois da conversa, vimos The Voidz tocando QYURRYUS.

Dia 29 a gente pôde assistir ao clipe oficial de Pyramid of Bones, sombria, política, curiosa:

O segundo disco da banda foi lançado oficialmente no dia 30de março, quando, todas as faixas estavam disponíveis em plataformas digitais e pudemos ouvir todas as 15 músicas – diferentes entre si, com letras e referências políticas.


Albert Hammond Jr

Francis Trouble veio ao mundo oficialmente em 09 de março e Albert está trabalhando pesado para divulgar o disco, com muitos shows, entrevistas, sessões de autógrafo. Dia 08, ele esteve no programa de James Corden e apresentou Set to attack (atualização: o vídeo original foi deletado, encontramos esse com legendas em espanhol):

Ele esteve no dia 11 de março, na Zia Records, para uma sessão de fotos e autógrafos do disco novo. Alguns registros super fofos:

E o vídeo oficial de Set to Attack, que veio em 30 de março:

Francis Trouble, o quarto disco de Albert Hammond Jr

Desde a segunda quinzena de janeiro surgiram informações sobre o quarto disco da carreira solo de Albert Hammond Jr. Mais ao final do mês pudemos saber os detalhes: Francis Trouble será lançado oficialmente em 09 de março pela Red Bull Records:

1. DVSL
2. Far away truths
3. Muted beatings
4. Set to attack
5. Tea for two
6. Stop and go
7. Screamer
8. Rocky’s late night
9. Strangers
10. Harder, harder, harder

Ele esteve no programa de Conan O’Brien com nova banda, apresentando a música em primeira mão, dia 01 de fevereiro:

A música foi também divulgada para streaming e pré-venda, assim como o disco em versão física – em vinil e cd – e digital. O canal da Red Bull Records no Youtube divulgou o vídeo oficial da música, com letra e um pequeno texto de divulgação do disco. A seguir, a tradução do comunicado completo de divulgação do disco, publicado na página da Red Bull Records:

“Albert Hammond Jr tem o prazer de anunciar seu quarto disco de estúdio, Francis Trouble, que estará disponível globalmente em 09 de março. A partir de hoje, os fãs podem comprar o disco e receber o download da faixa “Muted Beatings”. Caso você tenha perdido, assista Albert Hammond Jr tocando “Muted Beatings” no Conan […]

“Francis Trouble, explora um tópico profundamente pessoal – a prematura morte de seu irmão gêmeo, Francis, e os efeitos que aquele acontecimento tiveram em sua vida e música. Em novembro de 1979, a mãe de Albert, Claudia, sofreu um aborto. Embora tenham corrido para o hospital, Claudia e Albert Hammond foram informados que o bebê era muito prematuro pra viver. Albert continuou a crescer indetectado até quase seis meses da gestação.”

Embora ele soubesse a existência de Francis, não foi antes dos 36 anos que ele soube por uma tia que parte de Francis tinha ficado pra trás no útero e nasceu com ele – uma unha. Com sua música se movendo por um caminho diferente do anterior, Albert se perguntou se essa nova direção veio de outro caminho de si mesmo, talvez emanando pelo que quer que ele e Francis tenham compartilhado nos poucos meses juntos.

Seguindo o exemplo de Bowie, Albert diz: “O que a música diz pode ser sério, mas como um meio não deveria ser questionado, analisado, ou levado muito seriamente”, o cantor diz sobre o novo disco no comunicado de lançamento. “Acho que deveria ser ornamentada, transformada em personagem, uma paródia de si mesma. A música é a máscara que a mensagem usa e eu, o artista, sou a mensagem”

Trabalhando com esta mentalidade, Albert criou Francis Trouble, uma homenagem à morte de seu irmão gêmeo e a seu próprio nascimento, bem como às complexidades de identidade que surgem por essa mistura. O número 36 se tornou especialmente relevante, já que ele soube mais da história de Francis nesta idade, e porque ele nasceu no nono dia do quarto mês do ano. Significantemente, o disco tem exatos 36 minutos.” [ Fim da nota de divulgação]

 

Francis Trouble na mídia:
Próximos showss:
Ele sairá em turnê em breve passando por cidades europeias, canadenses e norteamericanas. Alguns de seus shows nos EUA terão a companhia da banda Hinds. Ele também irá abrir alguns dos shows de Franz Ferdinand. Há dezenas de datas agendadas e pode vir mais por aí, considerando sua tradição em turnês extensas.

The Voidz

 

A segunda quinzena de janeiro nos trouxe novidades da outra banda de Julian Casablancas: The Voidz!
O segundo disco foi nomeado como “Virtue” e será oficialmente lançado em 30 de março. A arte da capa é do artista argentino Felipe Pantone, e parte da exposição Opticromías (clique aqui para saber mais)

Julian postou no twitter uma lista falsa com o que seriam os nomes das músicas:

Mas, na verdade o álbum terá quinze faixas, corretamente listadas a seguir:

1. Leave It In My Dreams
2. QYURRYUS
3. Pyramid of Bones
4. Permanent High School
5. ALieNNatioN
6. One of the Ones
7. All Wordz Are Made Up
8. Horse To Water
9. Wink
10. My Friend The Walls
11. Pink Ocean
12. Black Hole
13. Lazy Boy
14. We’re Where We Were
15. Pointlessness

Em 23 de janeiro a primeira música, Leave it in my dreams, foi liberada para streaming, chegou a figura em primeiro lugar no top Cyprus Itunes e uma das cinco melhores músicas da semana, na lista da Stereogum. Dois dias depois, em 25 de janeiro, foi a vez da segunda música, QYURRYUS, que veio acompanhada de clipe protagonizado pela banda e dirigido por Julian:

Dia 29 rolou  um show surpresa em Nova Iorque, no hotel Roxy.

No dia 30 de janeiro, The Voidz esteve no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon apresentando Leave it in my dreams:

O comunicado da gravadora RCA para a divulgação do disco inclui o trecho abaixo, traduzido para o TSBR:

As quinze faixas de Virtue anunciam o retorno de uma revigorada Voidz, e contém o trabalho mais indelével do grupo até o momento. Gravado em Los Angeles e produzido pelo vencedor do Grammy Shawn Everett (Alabama Shakes, The War on Drugs), o álbum se transforma de formas novas e ousadas a cada música.

“Nosso objetivo era fazer um disco que um público mais amplo pudesse gostar tanto quanto gostamos do primeiro disco, Tyranny”, diz Casablancas. “Ainda é um redemoinho de estilos diferentes, mas acho que esse pode ser o disco mais eclético que já tomei parte. Há uma música para cada um”

[…]  The Voidz está escalada para o festival Shaky Knees em maio e vai excursionar extensivamente para divulgar Virtue, com mais datas a serem anunciadas em breve.

Assista: Julian Casablancas faz show secreto com The Voidz em Los Angeles

A fase 2 do projeto de Julian Casablancas com os Voidz ainda não começou oficialmente, mas depois de confirmar as primeiras datas da turnê Hollywood Bolivar na América do Sul – que vai passar pela Colômbia, pelo Chile, pelo Brasil, pela Argentina e pelo Uruguai em outubro -, o vocalista dos Strokes fez ontem um show secreto com seus companheiros em Los Angeles, sob o nome “YouTube Comments”.

Foto: Raymond Lew – https://instagram.com/rayyleww

O anúncio veio ontem através de um tweet um tanto quanto suspeito da Cult Records, dizendo que o show se tratava da primeira apresentação da banda, que era um tributo aos Voidz. Porém, quem vem acompanhando o projeto paralelo desde o comecinho, se lembrou imediatamente que “YouTube Comments” era um dos nomes das faixas falsas do anúncio de Tyranny feito em 2014.

Mesmo sem previsão de quando teremos versões de estúdio das novas músicas dos caras, um público restrito ouviu ontem pela primeira vez algumas das novidades da banda, no Moroccan Lounge.

Para sentir um gostinho de como são os próximos lançamentos de Julian com os Voidz, assista ao livestream que o usuário @diegodlv fez no Instagram das primeiras músicas do show:

SETLIST – Julian Casablancas And The Voidz @ Moroccan Lounge, LA, 22/09:

Wink
We’re Where We Were
Father Electricity
M.A.D.
Alienation
Nintendo Blood
My Friend The Walls
Coul As A Ghoul
Instant Crush
Where No Eagles Fly
Lazy Boy
Business Dog
Human Sadness

Fevereiro com Strokes

 

A Newbury Comics lançou uma edição especial do disco First Impressions of Earth em vinil colorido. A pré-venda esgotou o estoque rapidamente e os discos remanescentes – aproximadamente 300, pelo que foi divulgado no perfil da loja no twitter – estariam disponíveis para venda apenas nas lojas físicas a partir de 10 de fevereiro.

 

Nikolai respondeu a algumas perguntas e montou uma playlist especial, como postamos aqui.

Colin Lane, fotógrafo que acompanhou a banda por anos, abriu uma seção especial em seu site apenas para fotos dos Strokes, dos anos de 2001 a 2006. Em seu Instagram, o artista mencionou ter deixado guardados ainda muitos registros de momentos mais particulares – como casamentos – para, quem sabe, divulgar futuramente. A série The Strokes 2001-2006 traz dezenas de cliques incríveis da banda em ensaios e bastidores.

Dia 23 de fevereiro foi ao ar outro programa de rádio de Julian Casablancas na Sirius XMU. Se você quiser ouvir o programa (em inglês), clique na imagem acima, que o áudio foi disponibilizado no SoundCloud por um (a?) fã.

 

@nicemaracs – instagram

Saiu o disco da banda Summer Moon, de Nikolai. Com dez músicas, o álbum foi lançado em cd e vinil pela plataforma Pledge Music (como falamos anteriormente) e o kit especial conta com itens autografados por Nikolai, uma camiseta e um poster assinado pela banda toda.
Faixas:
Happenin’
With you tonight
Cleopatra
Class A
Chemical Solution
L.I.T.A.
Girls on bikes
Car vc Bldg
Into the sun
Walk out music
Também foi lançado o vídeo oficial de Happenin’

Nick Valensi no podcast “2 Hours” com Matt Pinfield

CRX lançou seu disco de estreia “New Skin” em Outubro e Nick voltou a ser o Stroke preferido do jornalistas. Dessa vez temos 2h inteiras de conversa com o nosso guitarrista sobre as primeiras memórias com os Strokes, como foi ser pai de gêmeos, conhecer David Bowie, e trabalhar with Josh Homme em sua nova banda.

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Ouça agora na íntegra Nick Valensi em “2 Hours” com Matt pharmacie en ligne france viagra Pinfield: