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Março de 2018: o que teve?

Foi um mês intenso de divulgação dos novos discos de The Voidz e Albert Hammond Jr.

The Voidz

Dia 28 de março, The Voidz esteve no programa The Late show with James Corden. Em resposta aos comentários de James sobre seu colete, Julian disse que “estamos em uma guerra invisível, temos que estar preparados”. Ainda, James comentou sobre o filho mais novo de Julian – Zephyr – que estaria de aniversário no dia seguinte. Acho que foi a primeira vez que o vimos falar dos filhos assim, não foi? Depois da conversa, vimos The Voidz tocando QYURRYUS.

Dia 29 a gente pôde assistir ao clipe oficial de Pyramid of Bones, sombria, política, curiosa:

O segundo disco da banda foi lançado oficialmente no dia 30de março, quando, todas as faixas estavam disponíveis em plataformas digitais e pudemos ouvir todas as 15 músicas – diferentes entre si, com letras e referências políticas.


Albert Hammond Jr

Francis Trouble veio ao mundo oficialmente em 09 de março e Albert está trabalhando pesado para divulgar o disco, com muitos shows, entrevistas, sessões de autógrafo. Dia 08, ele esteve no programa de James Corden e apresentou Set to attack (atualização: o vídeo original foi deletado, encontramos esse com legendas em espanhol):

Ele esteve no dia 11 de março, na Zia Records, para uma sessão de fotos e autógrafos do disco novo. Alguns registros super fofos:

E o vídeo oficial de Set to Attack, que veio em 30 de março:

Fevereiro

The Voidz

The No dia 01 de fevereiro saiu a pré-venda da edição especial em vinil duplo colorido do disco Virtue, de The Voidz, na loja Newbury Comics, limitada a 1000 cópias (com entrega apenas nos EUA).

Pointlessness, mais uma música de Virtue, veio nos deixar mais ansiosos pelo disco completo:

Ainda, All the wordz are made up:

 

Albert Hammond Jr

Albert esteve no programa do Conan no dia 1º de fevereiro, estreando a música Muted Beatings, que foi liberada para streaming no mesmo dia. Saiba mais aqui.

Filmado em 35mm, dirigido por Fraser Rigg e com participação da atriz Portia Doubleday (Mr. Robot), o vídeo oficial de Muted Beatings ficou emocionante. A

“Segui Fraser dentro do abismo. Ele tinha uma visão que expressou dizendo ‘O amor é o que transcende o tempo e o espaço’. Senti como se ele tivesse se movido pela música e soubesse como capturá-la visualmente. Entendi o que ele quis dizer mas pra mim o amor não representava conexão humana. Eu sabia que seria uma forma mais universal de mostrar isso visualmente mas me encontrei percebendo que o ciclo de quem eu era o que estava prestes a me tornar, com a morte do meu antigo eu e o nascimento desta nova pessoa, era o que transcendia tempo e espaço. Aquele amor pela vida, aquele desejo pela vida está sempre se remodelando” – Albert Hammond Jr

Summer Moon

E acabou a turnê de Summer Moon. A banda irá se recolher para trabalhar em material novo.

Tradução: Entrevista com Cody Smyth

Cody Smyth, fotógrafo e amigo de longa data dos Strokes, está prestes a lançar o livro que documenta uma década da história da banda. Com data de lançamento prevista para 10 de outubro, o livro – que promete ser incrível – está em pré-venda na Amazon. Abaixo, a tradução de uma entrevista que o fotógrafo concedeu a Alejandra Ramirez em 10 de maio de 2016, em que ele conta de sua amizade com a banda e de como foi estar lá acompanhando o começo da carreira. Confiram!

 

 

The Strokes, Nova Iorque, e o fotógrafo que estava lá

Cody Smyth assistiu à transição de frequentadores de bares para uma das maiores bandas de rock do mundo

Como The Strokes chegou tão longe? Pense em 2001, quando os roqueiros de Nova Iorque lançaram seu álbum de estreia, Is This It. Aquele título, modesto e autocrítico, não combinava exatamente com o perfil de uma banda marcada para a onipresença e longevidade. Um sinal ainda maior da iminente morte da banda era o fato de críticos terem atribuído a eles expectativas messiânicas, saudando-os como a segunda vinda de The Velvet Underground (as raízes post-punk e produção sem frescura de Is This It também tornaram inescapáveis as comparações a Television ou Stooges).

Mas os verdadeiros Strokes eram algo mais simples que tudo isso: uma grande banda de rock. No início dos anos 2000 eles ajudaram Nova Iorque a ser excitante de novo e todos esqueceram o adágio solene “o rock está morto”, mesmo que por um momento. 15 anos e 4 discos depois, a influência da banda é clara, facilmente reconhecível nas marcas deixadas pelas execuções de Julian Casablancas ou pelas distorções irregulares da guitarra de Albert Hammond Jr.

Parece que Strokes dispararam para o estrelato em questão de segundos, mas sua fama não veio da noite para o dia. Pergunte ao velho amigo e fotógrafo da banda, Cody Smyth, que começou a reunir a história deles no final dos anos 1990. Smyth ficou com o grupo enquanto eles transitaram de regulares frequentadores de bar em jaquetas de couro para atração principal de festivais, tirando quantas fotos podia pelo caminho. No ano que vem, ele vai lançar um livro de fotografias talvez intitulado The Strokes 1996-2016, que ele descreve como “um registro de 20 anos de amigos próximos que se tornaram uma das maiores bandas de rock do mundo”.

Consequence of Sound falou recentemente com Smyth sobre seus planos para o livro, suas lembranças com a banda, e o que ele vê para o futuro dos Strokes. Com música nova a caminho e confirmados para o Governors Ball Music Festival neste verão, esse futuro pode ser tão fotogênico quanto o passado.

Então, qual a história por trás do livro que você vai lançar?

Eu conheci Nick, Julian, Fab e Nikolai em 1995, na escola. Nos tornamos amigos instantaneamente. Então começou lá atrás comigo fotografando amigos porque meus pais cresceram nessa indústria. Começou lá e cresceu para um documento inteiro.

Um amigo próximo da família que é editor da Lesser Gods sabia que eu os tinha fotografado. Ele trabalhou para a MTV Books, e eu acho que ele sabia que eu tinha esse registro que não foi visto… que eu tinha mais ou menos mantido para mim por quase 20 anos. Então eu o encontrei, e ele olhou algumas das fotos e pensou que era definitivamente suficiente para contar uma história de dentro – não só pra lucrar com ela. É tipo um registro íntimo de 20 anos viajando com eles, mas o livro surgiu porque ele se interessou e viu outras fotos além das que estão em meu site.

Desde então, eu procurei os caras, e eles sabem sobre meu trabalho e sempre apoiaram. Eles foram super legais a respeito e realmente estão animados e felizes com isso. (mais…)

Lollapalooza Chile

No Lollapalooza Chile, última parte da turnê sul-americana, o show aconteceu no dia 02 de abril.  A banda precisou lidar com alguns problemas técnicos no início da apresentação, e por isso tocou duas vezes The modern age.

O setlist foi quase o mesmo do show em Buenos Aires (à exceção de 80’s Comedown Machine) com dois encore.

 

Chile:
El Comercio

T13

Lollapalooza Brasil

The Strokes chegaram ao Brasil na noite do dia 25 de março e foram recebidos no aeroporto de Guarulhos (São Paulo) por alguns fãs.

Foto: Raphael Castello/AgNews

No Lollapalooza Brasil, a banda encerrou o segundo dia de festival, no Palco Skol. Os fãs brasileiros que enfrentaram sol forte durante o dia, assistiram ao show que começou sob uma chuva rápida.

Foto de @victerres, Instagram

Eles praticamente repetiram o setlist da apresentação em Bogotá, com a inclusão de Last Nite. Fabrizio disse um “oi, minha gente” para o público, que acompanhou os clássicos do quinteto.

 

Matérias e opiniões sobre o show:
Reduto do Rock
Tenho mais discos que amigos
Rolling Stone
Globo
Estadão
505 Indie

 

 

 

Festival Estéreo Picnic

A passagem de Strokes pela América do Sul começou na Colômbia. A banda chegou em Bogotá dias antes da apresentação agendada para o Festival Estereo Picnic e os integrantes foram vistos pela cidade por fãs.

 

O show foi na noite do dia 24 de março, e o  setlist teve 17 músicas:

The modern age

Soma
Drag Queen
Someday
12:51
Reptilia
Is this it
Threat of joy
Automatic stop
Trying your luck
New York City cops
Electricityscape
Alone, together
80’s Comedown Machine
Heart in a cage
Hard to explain

Matérias sobre o show em Bogotá:

Caracol TV

El tiempo

Noisey

 

 

Fevereiro com Strokes

 

A Newbury Comics lançou uma edição especial do disco First Impressions of Earth em vinil colorido. A pré-venda esgotou o estoque rapidamente e os discos remanescentes – aproximadamente 300, pelo que foi divulgado no perfil da loja no twitter – estariam disponíveis para venda apenas nas lojas físicas a partir de 10 de fevereiro.

 

Nikolai respondeu a algumas perguntas e montou uma playlist especial, como postamos aqui.

Colin Lane, fotógrafo que acompanhou a banda por anos, abriu uma seção especial em seu site apenas para fotos dos Strokes, dos anos de 2001 a 2006. Em seu Instagram, o artista mencionou ter deixado guardados ainda muitos registros de momentos mais particulares – como casamentos – para, quem sabe, divulgar futuramente. A série The Strokes 2001-2006 traz dezenas de cliques incríveis da banda em ensaios e bastidores.

Dia 23 de fevereiro foi ao ar outro programa de rádio de Julian Casablancas na Sirius XMU. Se você quiser ouvir o programa (em inglês), clique na imagem acima, que o áudio foi disponibilizado no SoundCloud por um (a?) fã.

 

@nicemaracs – instagram

Saiu o disco da banda Summer Moon, de Nikolai. Com dez músicas, o álbum foi lançado em cd e vinil pela plataforma Pledge Music (como falamos anteriormente) e o kit especial conta com itens autografados por Nikolai, uma camiseta e um poster assinado pela banda toda.
Faixas:
Happenin’
With you tonight
Cleopatra
Class A
Chemical Solution
L.I.T.A.
Girls on bikes
Car vc Bldg
Into the sun
Walk out music
Também foi lançado o vídeo oficial de Happenin’