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Resumo de setembro: The Strokes confirmado no Lollapalooza; novidades de CRX, Summer Moon e mais

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Primeiramente, fora Tem… ops, quer dizer THE STROKES ESTARÁ DE VOLTA AO BRASIL EM 2017.

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The wait is over, now I’m taking over! Obrigado, Lollapalooza! Ainda não há definição da data certa da apresentação dos Strokes, mas o Lolla acontecerá no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de março de 2017. Informações sobre ingressos são encontrados em lollapaloozabr.com

A nossa banda querida também fará shows nas edições do festival da Argentina e do Chile, além do festival Estereo Picnic, na Colômbia.

CRX

A nova banda paralela de Nick Valensi seguiu cheia de novidades em setembro, a começar pela primeira entrevista concedida por ele em aproximadamente sete anos. Nick falou para a Rolling Stone sobre como está sendo assumir a posição de cantor no CRX, o que motivou a criação de uma nova banda e a sua dinâmica. Além disso, o atual status com os Strokes, que, de acordo com ele, estão trabalhando em novas músicas. Leia a entrevista completa aqui.

“Estamos trabalhando em novo material. É difícil dizer para as pessoas quando elas vão poder ouvi-lo, mas estamos trabalhando e haverá novas músicas dos Strokes em algum momento no ano que vem. […] Soa muito bem. É cedo, mas temos talvez de oito a dez ideias que estão flutuando. Nenhuma delas é muito concreta ainda, mas coisas muito boas.”

Tivemos também o primeiro gostinho oficial de como levitra vardenafil tablets soa Nick cantando, na versão de estúdio de Ways to Fake It, o primeiro single do grupo CRX. Todas as outras informações sobre o disco estão em nosso resumo de agosto.

Summer Moon

Também foi a vez de Nikolai compartilhar a versão final do primeiro single de Summer Moon, With You Tonight, que anteriormente havia sido divulgada na versão demo.

E a formação da banda sofreu uma repaginada inusitada, com a troca de todos os outros integrantes, exceto Nikolai. A nova escalação de Summer Moon ficou assim: Stephen Perkins (Jane’s Addiction) na bateria, Camila Grey (Uh Huh Her) como tecladista/vocais, e Noah Harman (Airborne Toxic Event) é o guitarrista.

Nikolai Fraiture

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(foto por @DJWindows98, no twitter)

Nikolai Fraiture, Win e Will Butler (Arcade Fire), Chris Tomson (Vampire Weekend), o ator Martin Starr e os jogadores profissionais de basquete Matt e Luke Bonner se juntaram a outros amigos em um jogo de basquete beneficente no dia 24 de setembro em Montreal. A renda foi revertida para DJ Sports Club.

O time Pop venceu por 105×97 😀

Julian Casablancas

Julian, mais uma vez assumiu o papel de jornalista e entrevistou o crítico cultural Henry Giroux para a Rolling Stone sobre a corrupção do governo e a manipulação da mídia, assuntos que ele vem levantando com frequência recentemente. O resultado pode ser assistido no vídeo a seguir:

Fabrizio Moretti

Por fim, Fabrizio deu o ar de sua graça na Vogue US de setembro, ao lado da modelo polonesa Zuzanna Krzatala.

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Foto por Patrick Demarchelier

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THE STROKES EM LISTA DE FIM DE ANO + ALBERT SOBRE O NATAL PARA NME

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Fim de ano, época de listas de músicas e discos. Alguns números emplacados por The Strokes e Albert Hammond Jr em 2013:

  • 41º lugar para Comedown Machine na lista de melhores do ano da NME — Albert comentou suas três faixas favoritas do disco para a revista, tradução abaixo da imagem:

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“Happy Ending” — Eu amo o refrão – faz com que você queira cantar com Julian. Soa divertido.
“One Way Trigger” — Para mim parece triste, mas é bom que ela seja triste. Eu acho que soamos diferente do primeiro disco. É um tempo diferente na vida.
“Welcome To Japan” — É na verdade uma música que Nick [Valensi, guitarrista] tinha. Então é uma mistura de duas músicas e nós jogamos fora a outra música.

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Albert respondeu ainda algumas perguntas rápidas sobre o Natal e o que aconteceu em 2013 para a NME. Tradução a seguir:

ALBERT4NMEXMASQual foi seu pior Natal?

Ano passado eu estava adoentado e sozinho em meu apartamento. Eu tinha terminado com a minha namorada e todo mundo estava com suas famílias. Eu só assisti filmes, fechei as cortinas, comi miojo e tomei Vick. Foi bem deprimente. Este ano vai ser maravilhoso, mas meu Deus, você pensa em muitas maluquices quando está sozinho desse jeito.

O que você vai lembrar de 2013?

Eu gravei e lancei as melhores cinco músicas que já escrevi. Sei que estou em uma banda de sucesso, mas apenas sendo o guitarrista e não o cantor, não é um dado que se possa voltar atrás. Eu não quero ser chato sobre isso, mas estou totalmente correndo o risco.

Qual música de Natal você secretamente queria poder ouvir durante o ano todo?

“The Chipmunk Song” de Alvin e Os Esquilos. Christmas With The Chipmunks foi o primeiro vinil que eu tive quando era criança.

Conte-nos uma piada de Natal.

Rosas são vermelhas, violetas são azuis, se não fosse o Natal, seríamos todos Judeus.*

*A rima está em inglês.

 

 

ENTREVISTAS DE FABRIZIO E ALBERT + JULIAN EM VIDEOCLIPE

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O Washington Post publicou hoje (30) uma entrevista com Fabrizio, onde diz que ele está satisfeito “com um hífen entre artista e músico”.

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Abordando na maior parte questões da instalação de arte que foi montada por ele em Nolita, no texto é dito que de acordo com Fabrizio os Strokes estão tabalhando em músicas individualmente. Segue trecho: “Eu odeio soar enfadado, mas tudo tornou-se uma rotina e um negócio – é o que a indústria da música tornou-se para mim – e eu tenho que me lembrar de que a criação é um privilégio. A arte tem alimentado minha criatividade com um recém descoberto fervor.”

Outra entrevista interessante foi dada por Albert para a Rolling Stone. Ele fala sobre sua situação quando usava drogas, diz que possibilidades de turnês dos Strokes sempre existem (mas que vão acontecer no “tempo certo”) e sugere ainda que Julian pode estar trabalhando em músicas (pelo tom da conversa, solo).

Albert sobre a banda: “Quando estamos juntos, somos como irmãos. Isso nunca vai embora. Eu posso não vê-los para sempre e, ainda, eles vão sempre ser a coisa mais importante que eu já tive na minha vida.”

A matéria saiu na nova edição da Rolling Stone nos EUA e pode sair traduzida na versão brasileira em breve.

+

Por fim, Julian teve aparição relâmpago no clipe da música City’s Girl, dos punks novaiorquinos Cerebral Ballzy. Confira o vídeo a seguir:

IS THIS IT NA LISTA DE “MELHORES DISCOS DE ESTRÉIA DE TODOS OS TEMPOS” DA ROLLING STONE

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A revista Rolling Stone é famosa por suas listas, e a mais recente delas é o ” Top 100 dos Melhores Discos de Estréia de Todos os Tempos”.

O álbum de estréia dos Strokes, IS THIS IT, ficou na 8ª posição da lista, atrás somente de alguns clássicos como “Appetite for Destruction”, do Guns ‘N Roses, “Nevermind the Bollocks”, do Sex Pistols e “The Velvet Underground and Nico” do The Velvet Underground.

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O artigo ainda fala sobre a influência que IS THIS IT teve na renovação do rock mundial, servindo de grande inspiração para bandas como Arctic Monkeys, The Libertines e Kings of Leon.

Para ver o artigo na íntegra, acesse o site RollingStone.com

ROLLING STONE: RESENHA DE COMEDOWN MACHINE (3 DE 5 ESTRELAS)

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A resenha mais pessimista de Comedown Machine tinha que vir de algum lugar e enfim veio da Rolling Stone. Sinceramente, achamos que o jornalista estava com pressa para fazer outra coisa porque é uma resenha bem preguiçosa e metida a engraçada, diferentemente da resenha da Time Out Chicago (que traduzimos aqui), mas estamos sendo democráticos e demos espaço à voz de Rob Shieffield e traduzimos a sua opinião sobre o quinto disco.

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Passo oitentista de The Strokes: difícil de explicar

Reis do Lower East Side tentam novos truques com sintetizadores, mas não conseguem recapturar glórias passadas

por Rob Sheffield

Não é muito evidente a razão porque os Strokes fazem algums, não é? Eles não parecem aproveitar muito isso, e não têm tido ideias musicais inovadoras que exigem ser liberadas. Ainda assim, os discos não são inúteis – longe disso. Comedown Machine é basicamente uma viagem solo para o vocalista Julian Casablancas, mostrando ainda como ele respeita a New Wave dos anos 80. Por que Comedown Machine é um disco oficial dos Strokes ao invés de outro disco solo de Julian Casablancas? Apenas um Stroke poderia te dizer.

O synthpop dos anos 80 é sempre a área desse cara, levando em consideração que suas composições tendem a se unir à melodia e soam desajeitadas com a batida. Ele começa forte em “Tap Out”, um tributo a DeBarge com um solo de guitarra cafona tirada diretamente de “Running With the Night” de Lionel Richie. “One Way Trigger” copia A-ha incompetentemente, e “80’s Comedown Machine” tem como objetivo o lado mais suave de Howard Jones. “Welcome to Japan” é meramente o mais óbvio dos vários momentos devidos de Duran Duran. (Uma ótima pergunta também: “Que tipo de babaca dirige um Lótus?”) Mas baladas como “Chances” provam que ele ainda não pode cantar falsetes. E apenas para relembrar vocês de suas pretensões, ele termina com uma dolorosa paródia de Tom Waits, embora Waits faria uma tatuagem de One Direction antes de recorrer a um título de música como “Call It Fate, Call It Karma”.

Tradução: Equipe TSBR

THE STROKES NA GALERIA DE “NOVOS IMORTAIS” DA ROLLING STONE

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O site da Rolling Stone criou uma galeria de título novos imortais, com artistas que se tornaram importantes nos últimos tempos e marcaram a história da música.

The Strokes está nessa lista também, confira o que foi dito sobre eles:

“The Strokes estourou em 2001, com um som distinto sem esforço: a audível raiva distante de Julian Casablancas,  as guitarras de Nick Valensi e Albert Hammond Jr. colidindo e uma seção rítmica hermética. Os dois primeiros álbuns da banda, Is This It (2001) e Room on Fire (2003), envolvendo a decadência jovem e mergulhando no bar-realismo da vida em Manhattan fazem lembrar Velvet Underground. A combinação era monumental o suficiente para abrir as portas para uma geração de bandas de rock & roll – incluindo Kings of Leon, The Black Keys e muitos mais. “Por que tudo o que tem que ser grande e popular é uma droga?” Julian Casablancas perguntou à Rolling Stone em 2003. “Estamos tentando mudar isso.”

Fonte: Rolling Stone

Tradução: Equipe TSBR