Arquivos da tag: julian casablancas

Ouça: “Born Slippy”, música de Albert Hammond Jr para seu novo disco Momentary Masters

2 Comentários

Albert lançou hoje a música “Born Slippy”, faixa de abertura de seu novo disco Momentary Masters, que tem lançamento marcado para o dia 31 de julho no Estados Unidos (datas internacionais serão divulgadas em breve).

O nome do disco é inspirado em um trecho do livro “Pale Blue Dot” de Carl Sagan, que diz “A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, em sua glória e em seu triunfo eles pudessem ser os soberanos momentâneos de uma fração de um ponto”. Ele traz esse conceito de “soberania momentânea” e triunfo para o seu processo de composição.

“Eu sinto como se as melhores músicas que eu escrevi, assim que eu terminei, eu fiquei tipo, ‘Oh meu Deus, eu fiz isso!’ Mas na mesma fração de segundo que vem, esse sentimento vai embora. É a mesma coisa quando você encontra a felicidade plena, você também encontra esta tristeza profunda. Eu sinto que isso é ser criativo: é você saltando com emoção e o que você captura nesses saltos. Aceitar onde você está e fazer uso disso”, ele declarou, em release divulgado pela sua nova gravadora, Vagrant Records. O terceiro disco de estúdio de Albert marca, então, sua saída da Cult Records de Julian Casablancas.

A nova banda que acompanhou o músico na gração do disco — e que deverá acompanhá-lo em turnê — é composta pelo guitarrista Hammarsing Kharhmar (da banda Mon Khmer; toca com Albert desde 2008), o guitarista Mikey Hart (Bleachers), o baixista Jordan Brooks e o baterista Jeremy Gustin (Delicate Steve, Marc Ribot). A produção ficou por conta de Gus Osberg.

momentary master

São dez novas músicas no total, incluindo o cover de Bob Dylan “Don’t Think Twice (It’s All Right)”:

01. Born Slippy
02. Power Hungry
03. Caught By My Shadow
04. Coming to Getcha
05. Losing Touch
06. Don’t Think Twice
07. Razors Edge
08. Touché
09. Drunched In Crumbs
10. Side Boob

O disco está disponível em pré-venda digital e física internacionalmente. E a volta aos palcos se inicia dia 27 de maio no Primavera Sound de Barcelona, festival onde The Strokes também se apresentam no dia 30.

Mais informações
+ alberthammondjr.com
vagrant.com/artists/bio/98-alberthammondjr

Tradução: Gordon Raphael conta algumas histórias de The Strokes para NME

Comente!

Gordon Raphael NME jan2015

 

“Histórias sobre os Strokes? Eu tenho um bocado delas…”

Por Jamie Fullerton
Tradução Equipe TSBR

Você provavelmente conhece Gordon Raphael como o rosto que não pertence a um dos integrantes de The Strokes – mas ganhou o mesmo destaque que eles – no encarte do seu clássico álbum de estreia de 2001, “Is This It”.

Gordon produziu esse disco em seu estúdio de porão em Manhattan, assim como o seguinte “Room on Fire” de 2003, capturando o som da banda como só ele soube. Ele foi substituído para o terceiro disco da banda “First Impressions of Earth” por David Kahne, produtor de Paul McCartney, e vive em Berlim desde 2005.

Agora ele está prestes a vir ao Reino Unido para uma série de shows no estilo pergunta e resposta. Felizmente, ele está disposto a aceitar que irá passar a maior parte do tempo respondendo um bocado de perguntas sobre como era estar no circulo de convivência de Julian Casablancas e sua gangue. “Bem, eu realmente tenho um monte de histórias sobre o tempo que passei com esses caras,” ele diz.

Alguns dos ganchos serão doces e positivos. “Eu lembro quando passeava por East Village e encontrei Albert Hammond Jr em seu pequeno terno e uma caixa embaixo do braço,” Raphael relembra. “Ele estava tipo, ‘Ei Gordon, olhe a capa!’ Era a capa do The Modern Age EP, que eu tinha acabado de produzir para eles. Ele ia para cima e para baixo em lojas de discos em St. Mark’s Place perguntando se ficariam com algumas cópias para colocar à venda.”

Algumas lembranças não são tão agradáveis, como da vez em que Julian lhe atormentou sobre não ter assinado um contrato adequado para produzir The Modern Age EP depois que ele transformou The Strokes na nova banda mais empolgante do mundo. “Ele veio até mim – eu podia sentir o cheiro de álcool – e ele me abraçou,”diz Gordon. “Então ele me olhou e disse ‘Você não gostaria que tivéssemos feito um contrato? Você está recebendo nada desses discos que estamos vendendo’ Eu disse, ‘seu babaca!’”

Gordon não trabalha com uma banda do nível dos Strokes desde então, mas ele esteve muito perto de produzir o disco de estreia de The Libertines. A banda implorou para que ele aceitasse, mas a gravadora deles, Rough Trade, vetou a opção. “Eu estava em uma festa pós show dos Strokes em Londres, muito chapado,” ele conta sobre a primeira vez que conheceu Pete e Carl. “Pete tinha 19 anos, usava um chapéu e um velho terno inglês, ficou de joelhos, deslizou seu chapéu pelo braço até a mão e cantou para mim uma velha música inglesa. Aquilo derreteu meu coração!”

O segredo dele para continuar cativando conversas, além de relembrar tóxicos encontros com lendas do indie rock? Como sua técnica de gravação com os Strokes, é simples e efetivo: “Eu visto roupas legais, subo no palco então apenas peço para que as pessoas façam perguntas!”

Tradução – Entrevista de Julian Casablancas + The Voidz para GQ Magazine

1 Comentário

Julian Casablancas está farto de tentar te salvar

Há uma década, como líder dos Strokes, ele era o messias de Nova York que deveria salvar o rock ‘n’ roll. Até que no fim das contas ele precisou de salvação. Agora ele saiu da cidade, (meio que) mudou de banda, e criou um novo (pesado!) som. Bem vindo de volta, Julian

julian-casablancas-gq-magazine-september-2014-01

por Zach Baron

Por um momento, Julian estava perfeitamente ciente do motivo porque deixou Nova Iorque, sua casa durante a infância e o lugar onde sua banda, The Strokes, que antes era sinônimo de tudo de cru e sedutor sobre a cidade, primeiramente deu as caras. “Eu ando por Nova York agora e fico chateado,” ele tinha dito. Muitos bares de suco, basicamente. Poucos caras genuinamente cool como, bem – Julian Casablancas. Mas um dia depois ele parece se arrepender até mesmo dessa pequena frase dita. “Eu não diria que a razão é que eu ando por lá e odeie todo mundo que mora lá. Isso seria rude.” Com relutância ele me disse o nome da cidade ao norte para onde ele se mudou com sua mulher e filho. Agora ele parece reconsiderar essa informação também. “Você se importa se eu apenas disser que é ao ‘norte’, só por…”

Se você não odeia todo mundo em Nova York, o que fez você sair de lá?

“Hm, nós apenas encontramos um lugar legal que gostamos, que quisemos ir, e também… eu não sei… desculpa…”

É assim que ele fala. Como se estivesse constantemente pensando o que Julian Casablancas – quem quer que ele seja – diria, ou deveria dizer. Do outro lado da mesa, entre a escuridão do restaurante mexicano onde estamos sentados em algum lugar de Los Angeles, onde ele vem ensaiar com a sua nova banda, ele já parece estar sofrendo. Estamos aqui há onze minutos.

“De repente não estou fazendo isso muito bem, saindo dos trilhos, confuso entre o que é privado e o que não é…”

Ele parece ter um pouco mais de cabelo do lado direito da cabeça de que no esquerdo – é desigual e longo e angelical daquele modo esfarrapado familiar que está se tornando cada vez mais assustador enquanto ele envelhece. Ele decidiu não dizer muito sobre si mesmo – ele nunca realmente disse muito sobre si mesmo; ele balbucia coisas, é desajeitado, algumas vezes conflituoso – mas ele continua deslizando.

(mais…)

Tradução – ClashMusic resenha “Tyranny” de Julian Casablancas + The Voidz

Tyranny
Uma saudação com o dedo do meio ao seu passado…

Por Benji Taylor

Seria uma coincidência que Julian Casablancas, conhecido líder e cantor dos roqueiros indies mais cool de NY The Strokes, compartilha das mesmas iniciais que Jesus Cristo?

Casablancas é um messias musical: um homem que fez um dos melhores álbuns de lançamento de todos os tempos – “Is This It?” de 2001 – uma bíblia aural que aspirantes a deuses do rock têm bajulado e copiado desde então. No entanto, como a história nos ensina, sociedades rotineiramente se tornam contra seus salvadores, e certas seções da imprensa musical têm crucificado Casablancas a cada lançamento desde aquele astronômico primeiro disco.

“Tyranny” é o disco de estreia com a nova banda The Voidz, e marca um emocionante Novo Testamento em seu cânone. Ele é uma bizarra e maravilhosa mistura de assinaturas de tempos estranhos, estruturas musicais nada convencionais e, em geral, uma loucura desenfreada. Ele funciona porque, tentando priorizar o estado de espírito sobre a melodia, estilo sobre substância e, citando o próprio Casablancas, “vaidade sobre sabedoria” (“vanity over wisdom”), o LP acaba enlaçando todos esses atributos.

(mais…)

Tradução — Entrevista com Julian Casablancas para Les Inrocks

Comente!

Fotografia: Liliane Callegari

Julian Casablancas, a entrevista: “Eu ainda estou com raiva”

por JD Beauvallet

À margem dos Strokes, Julian Casablancas encontrou uma gangue de durões tatuados para tocar juntos um rock físico. Punk, new-wave, hardcore: o americano revisita com voz perfeita as músicas agitadas de sua adolescência. Mas com a consciência política de um adulto.

Seu novo grupo, The Voidz, é uma forma de escapar da pressão dos Strokes, de reencontrar a leveza?

Não, o desafio é mais forte com The Voidz, me obriga a cavar mais fundo, a enfrentar as coisas que eu tendia a evitar. Esses últimos anos, com os Strokes, o que mais importava pra mim era que nos dávamos bem, estou aberto aos outros. Eu queria que em cada canção, estivéssemos felizes, positivos. No começo, eu sem dúvida me importava menos com os desejos e as reações de cada um. Foram necessários anos para não haver mais guerra nos Strokes. Então, hoje, estamos em paz, avançamos na mesma direção. Sem dúvida hoje será mais fácil apresentar minhas ideias malucas aos Strokes… por muito tempo, se eu chegasse falando: ‘vamos fazer uma introdução de mais de dois minutos’, eles me olhariam como um marciano (risos)…

Você se sente mais à vontade com The Voidz?

Mesmo estando à frente, não é preciso acreditar que The Voidz representa meu ego. É preciso usar a mesma força de convicção que com os Strokes pra mover os outros. Levei algum tempo para encontrar pessoas com quem estivesse exatamente no mesmo comprimento de onda, humanamente, musicalmente. Nos sentimos fortes como uma gangue com The Voidz… A primeira vez que cruzamos juntos Nova Iorque às três da manhã, nos olhávamos e pensávamos: ‘caramba, eu não passaria por esses caras à noite num beco’ (risos)… Nós cuidamos uns dos outros, somos irmãos.

Um dos aspectos estranhos de seu álbum Tyranny é a justaposição entre um som explosivo, bastante colérico e o canto cada vez mais melancólico, desiludido…

São sem dúvida os temas que pedem esse tom. Eu quero oferecer um pouco de esperança no fim, mas no caminho, vou forçosamente atravessar passagens esmagadoras. É o preço a pagar pelo realismo. Continuo com raiva, há sempre esse sentimento de desespero e fúria em mim. A diferença, é que hoje o sentimento é de jogar contra o relógio. Eu sei que vivemos totalmente em uma bolha, no castelo de Versailles (risos)… é preciso que vejamos as coisas com nossos próprios olhos para acreditar nelas: a menos que sejamos violentamente vítimas do sistema, nos acomodamos, nos fazemos de avestruz. Quando voltamos aos sistemas feudais tirânicos como da Idade Média… vivemos totalmente uma ilusão de democracia: quanto mais de nós reconheçamos o interior de nossa bolha, melhor será.

Você se sente mais exasperado/irritado com a idade?

Não me sinto nem político, nem radical. Mas muitos artistas são insensíveis à moralidade: é meu cavalo de batalha. Os anos Bush sem dúvida abriram meus olhos… O objetivo da música deveria ser de oferecer uma escapatória a essa realidade, eu sei bem. Mas tenho a sorte de ter um microfone, eu não posso tratar o que faço de forma leve. O verdadeiro desafio, é de ser universal, de poder ser compreendido por todos em todos os lugares. É por isso que frequentemente uso frases de duplo sentido, para que ninguém se sinta excluído. Mas em Tyranny, havia sem dúvida uma necessidade de ser mais preciso, porque o inimigo é muito mais visível a olho nu, os problemas aparecem mais claramente. Não era uma vontade: era a situação que, nos últimos anos, me levou a escrever essas músicas.

Você já pensou em escrever além de música, artigos, por exemplo?

Concordo, não acho que a música pop seja suficiente. É um veiculo para transmitir minhas pequenas reflexões ao grande público. Mesmo essa magra contribuição pode ajudar. Mas escrever artigos, não, muito trabalho pra mim (risos)… eu preciso da música pra escrever. Por exemplo, meu poeta preferido, Rumi, escrevia sobre a música – e eu nem me comparo, hein?

A música de Tyranny – punk, new-wave, hardcore – é pra você tingida de nostalgia?

Sempre gostei da intensidade das músicas hostis, agressivas. Mas também amo as coisas muito pop, e poucos grupos tiveram sucesso, como Nirvana, em reunir os dois. Minha prática de música vai nesse sentido, eu não ouço necessariamente os discos, mas um clássico praiano, um pouco de hip-hop, depois outro country alternativo totalmente louco…

De fora, temos a impressão que sua participação em Random Access Memories de Daft Punk revolucionou sua maneira de cantar. A experiência foi tão forte?

Eu os adoro, estou orgulhoso de ter sido convidado, eu cheguei a ganhar uma pequena estatueta do Grammy graças a eles. A canção Veridis Quo é sem dúvida uma das minhas favoritas de todos os tempos. Muito se fala de suas bases funky, que também amo, mas o que me toca mais é seu lado barroco. Sua maneira de misturar o clássico e o sintetizador é realmente mágica. Quando ouvi a canção que me propuseram, Instant Crush, imediatamente pensei em Veridis Quo, em sua simplicidade. E minha primeira reação foi dizer: ‘deixe instrumental, não a estrague com a minha voz!’ Trabalhar com eles nos obriga nos superar. Talvez eles quisessem que eu cantasse como Strokes, com aquele canto grave como Lou Reed… Mas eu disse que queria um capacete, um codificador de voz, me tornar um robô vermelho vivo. E cantei os agudos, pela primeira vez.

Onde estão os Strokes?

Fizemos alguns shows esse ano, compusemos algumas músicas. O ambiente é bom, positivo, e já não era esse o caso por algum tempo. Sem dúvida iremos nos reencontrar em janeiro para trabalhar em novas ideias. Mas não se empolgue muito: isso pode levar dois ou três anos.

Tradução: Equipe TSBR

Fotografia: Liliane Callegari

(Leia a  entrevista original em francês no site lesinrocks.com)

Novo vídeo de Julian Casablancas + The Voidz para a música “Where No Eagles Fly”

1 Comentário

Depois dos 11 minutos de Human Sadness, a progressão do disco “Tyranny” de Julian Casablancas + The Voidz é um soco. “Where No Eagles Fly” — que já foi exaustivamente tocada pela banda ao vivo — é agressiva, e já ganhou um vídeo oficial. Assista a seguir:

No email enviado por Julian hoje foi também compartilhada a letra da música (o que é muito importante porque não é fácil entender muito daqueles gritos).

WNEF

LETRA DE WHERE NO EAGLES FLY

please, come on babe, they’ll end up all confused,
what’s the point of telling people if they won’t use it?

fly on the wall, bird of prey in the mall
it’s the eye in the sky, where no eagles fly

meat,
predators eat meat.
predators eat meat.

ceremony or a speech,
in a church or on a beach,
predators eat.

the wolf will cry sheep as they take him away,
we plot in our sleep but follow orders all day

the rhythm is for you but the song is for me,
the meaning might be secret but the melody is free

meat,
predators eat meat.
predators eat meat.

let all my big dreams sink in,
no one to enjoy it with.
oblivious… stay oblivious,
why can you not be more like me?
hiding in a nearby tree.

business, business, i forget,
pray for predators i guess
uh-oh, uh-oh, here we go, all our future’s thru that door

future future’s come to this, everybody cheats i guess
let’s go down to mexico, ‘there’s a couple guys i know’

all our future’s come to this, i don’t want my friends to know
all our future’s come to this, i don’t want our friends

“Tyranny” tem lançamento marcado para 23 de setembro deste ano e está disponível para pré-venda em formato digital, CD, cassette, vinil (a ser enviado no fim do ano) e USB/Isqueiro no site da Cult.

Julian Casablancas + The Voidz lança o primeiro single de “Tyranny”

Comente!

Finalmente, foi liberada a versão oficial da música “Human Sadness”, que estará no novo álbum de Julian Casablancas com o The Voidz, intitulado “Tyranny”. A canção chegou a aparecer no vídeo do teaser do disco (a partir de 1:13), e para a nossa surpresa tem quase 11 minutos de duração. Uma demo da faixa já havia sido liberada na internet como trilha sonora para o curta “The Unseen Beauty” de Sam Adoquei, padrasto de Julian.

Ouça a música:

A letra de “Human Sadness” foi enviada por email (com o título “don’t be sad”) para todos registrados no mailing da Cult Records e olha, está uma coisa fina. Veja ao fim do post clicando em “mais…”.

TYRANNY_VOIDZ_HR_REVIZED

E as novidades não param por aí. Foi divulgada também a tracklist oficial de “Tyranny”, aquela compartilhada na fanpage de Julian foi só mais uma “zoeira” do vocalista. São no total doze faixas, listadas a seguir:

1. Take Me in Your Army
2. Crunch Punch
3. M.utually A.ssured D.estruction
4. Human Sadness
5. Where No Eagles Fly
6. Father Electricity
7. Johan Von Bronx
8. Business Dog
9. Xerox
10. Dare I Care
11. Nintendo Blood
12. Off to War…

“Tyranny” tem lançamento marcado para 23 de setembro deste ano e está disponível para pré-venda em formato digital, CD, cassette, vinil (a ser enviado no fim do ano) e USB/Isqueiro no site da Cult.

(Colaboração de Luciana Lino do Portal Tracklist.)
(mais…)

Megapost: The Strokes no The Cosmopolitan e FYF Festival (inclui Albert Hammond Jr e Julian Casablancas + The Voidz)

Comente!

A segunda rodada de shows dos Strokes no ano de 2014 aconteceu na Costa Oeste dos Estados Unidos. Foram dois shows, o primeiro no dia 20 de agosto, em Las Vegas e com Albert Hammond Jr como banda abertura.

via @helloimjackysetlist_albert

 

“Quero agradecer aos Strokes por me ter abrindo o show deles”, Albert falou no meio do show.

Quanto ao show dos Strokes, subiram aos palcos com um atraso considerável, mas foram perdoados pela qualidade do show. Foi compartilhado um vídeo tremido, feito da plateia que estava no Cosmopolitan, mas do show completo:

A maior surpresa foi a volta de “Killing Lies” à setlist! A música não é tocada há muito tempo, desde a época da turnê do First Impressions of Earth, em 2006. O setlist oficial ainda marcava que “Tap Out” seria tocada, mas acabou não sendo.

O segundo show aconteceu em Los Angeles, no FYF Festival. No sábado, dia 23 de agosto, Albert Hammond Jr e Julian Casablancas + The Voidz tocaram, cada um com suas bandas. E a plateia aproveitou para cantar parabéns para o Julian:

https://www.youtube.com/watch?v=BovRFcICZQA

FYF Fest 2014 - Day 1 fyf julian

No domingo, dia 24 de agosto, os Strokes novamente atrasados – praticamente uma tradição da banda – apresentaram uma setlist parecida com a do Cosmopolitan, sem maiores novidades, além de “Killing Lies” mais uma vez. Confira fotos a seguir:

FYF Fest 2014 - Day 2 FYF Fest 2014 - Day 2 FYF Fest 2014 - Day 2 FYF Fest 2014 - Day 2 FYF Fest 2014 - Day 2 dannymasterson